Seguindo, pensando, compartilhando…

Eu já dirijo há 30 anos, mas lembro bem das primeiras aulas práticas, a bordo de um fusquinha da auto-escola, o meu instrutor, Arnaldo, era bem doidão.

Ele  não me levava para praticar em ruazinha calma, como eu via outros fazendo. Ele me enfiava, em plena hora do rush, em locais muito movimentados, tensos, me botava em cada encrenca! Eu ficava maluquinha!

Aí, ele dizia: “Não é na moleza que vai aprender, a gente aprende é fazendo, enfrentando as barras, o trânsito, a intolerância e a imprudência alheia, com sol ou com chuva, com trânsito tranqüilo ou pesado! Quando não estiver comigo no carro, como vai fazer? Vai andar só na Urca? Vai largar o carro na hora da confusão?”   Ele estava certo.

Quem dirige e lembra de como foi o processo de aprendizagem, sabe. Com raras e honrosas exceções, no começo tudo parece tão fácil e, de repente, ao mesmo tempo, tão difícil.

Entender e automatizar o movimento dos pés, sincronizados com o das mãos (troca de marcha, em carros com câmbio manual), com atenção para a frente, para os lados e para trás através dos espelhos retrovisores, atenção para o sinal, para o engraçadinho boicotador que vem fechar justamente o pobre aprendiz, muita coisa!

E presta uma atenção danada, vai fazendo um movimento e outro, e erra daqui e acerta de lá, sempre lembrando (e às vezes, se enrolando):  ‘não, agora esse pedal a gente vai soltando, o outro a gente vai pisando…’, etc., com medo de errar, com medo de não conseguir controlar o carro e ele sair voando (rs), ou de ele ‘morrer’ de repente etc.

O que ensina de verdade é a prática, é o dia-a-dia. Errando, acertando, perdendo aos poucos o medo de errar, e se isso acontecer, aprendendo a se virar nos 30 mais rapidamente, saber o que fazer para acertar de novo (por ex., se o carro morrer não precisa se desesperar e, sim, fazê-lo ‘pegar’ de novo) etc.

E aí, a gente já com a habilitação vai praticando, primeiro um tanto insegura, mas vai pegando o jeito, percebendo que erra cada vez menos ou que já lida melhor com certas dificuldades, aliás nota que algumas já nem são tão difíceis assim, e vai se soltando…

Um belo dia, já está dirigindo pra lá e pra cá totalmente sem precisar ficar pensando se este pé vai ou vem, enquanto o outro vem ou vai, se está ou não está na hora de passar a marcha, avançando ou reduzindo… tudo fica simplesmente normal. Automatizado.

A gente nem sabe dizer em que dia, exatamente, deixou de ter tanto receio e/ou não precisou mais ficar pensando ‘faço isso ou faço aquilo’. A gente simplesmente um dia percebe que está com prática e que tudo é natural.

Mas, isso não significa que a gente não precisa mais ter atenção. Significa que a gente não precisa acrescentar atenção especial ao movimento de pés, mãos e olhos, porque eles já estão automatizados. Mas a gente continua tendo que olhar para a frente, para os  lados e para trás, os espelhos não são enfeites. A gente continua tendo que manter o controle, só que agora isso já é algo que a gente sabe fazer. Mas TEM QUE fazer, senão não adianta nada saber.

Mas a responsabilidade, a atenção, o bom senso, o cumprimento das normas, isso a gente tem que continuar aplicando. Senão, até com 50 anos de habilitação a gente se estrepa.

É fazendo que a gente pega prática. Daí o cuidado para não automatizar movimentos indevidos, daí o cuidado para não tornar hábito algum jeitinho que a gente vai achando para burlar as regras, nos colocando em risco. Depois, para tirar o bendito do hábito, é uma lenha!

No processo de reeducação é assim! Estou falando de processos bem estruturados, organizados, com uma orientação por trás (um método legal, um profissional responsável suportando, algo assim).

A gente dá uma espiada de como funciona e, em princípio, acha que vai ser simples, fácil demais. Começa a aplicar e, justamente por estar ainda aprendendo aquela forma de controle, as regras envolvidas etc., começa às vezes a achar que é mais difícil do que inicialmente pensava.

Às vezes, pela impaciência e pela falta de aderência ao principal ponto dos caminhos sérios, voltados a uma reeducação mesmo, começa a achar que é chato. Chato ter que prestar atenção, chato ter que fazer anotações, análises, ficar pensando se ‘isso está certo’ e ‘isto não é assim’, ‘isso agora é adequado, mas isso não é’ etc.

Achando chato, passa a achar que é difícil seguir e aí começa a ‘fazer, não fazendo’, ou seja, dando seu jeitinho, aplicando só o que não requer tanto empenho assim. Em vez de persistir, entendendo que para cada movimento orientado há um fundamento e, também, há um tempo para que ele seja automatizado e tudo fique aos poucos natural.

Depois, reclama de não ter resultados bons como gostaria e poderia ter!

Mas, se procurar entender mesmo o método, o porque de cada orientação, valorizar o que trará de benefício cada regrinha, cada sugestão, aceitar que qualquer controle que se queira fazer, pra tudo na vida, envolve algumas ações que nem sempre a gente tem muita vontade de adotar (preguiça, falta de hábito, resistência ao que nos tira da acomodação), tudo flui melhor e um dia a gente se pega fazendo aquilo numa boa!

E mesmo quando tudo fica automatizado, também neste processo, não nos eximimos de  atenção, nem de comprometimento, nem de ações de controle, nem de melhoria contínua. Só que já sem achar tudo um bicho de sete cabeças.

Repetindo o trecho que já escrevi lá em cima: É fazendo que a gente pega prática. Daí o cuidado para não automatizar movimentos indevidos, daí o cuidado para não tornar hábito algum jeitinho que a gente vai achando para burlar regras, nos colocandoem risco. Depois, para tirar o bendito do hábito, é uma lenha!

Depois que eu atingi a meta, em dezembro de 2006, jamais me mantive totalmente fora da linha. Porém, com certeza não fui tão atenta assim e, aos poucos, fui dando uns jeitinhos aqui e ali, burlando ‘sem notar, notando’ algumas regrinhas, sempre na base do ‘isso eu já sei’. Claro que isso foi dando resultados ruins, devagar, devagarinho, ao longo de mais de 3 anos.

Até que dei um basta, retomei pra valer no dia 4 de abril deste ano aquilo que nunca tinha largado de vez, mas agora com mais atenção às regras, às melhores práticas consagradas e, claro, ao que especificamente para mim, neste momento, funciona melhor.

Tive, sim, que fazer de conta que não sabia quase nada, novamente, para me obrigar a ter a atenção do principiante, largar o ‘já sei’ pelo menos para alguns pontos que estavam falhos, pois o ‘já sei’ não estava sendo acompanhado do ‘se eu sei, então cumpro’. Agora, é um ‘já sei, sim, sempre soube, mas agora estou realmente cumprindo’.

Então, alguns hábitos ruins que já estavam automatizando já estão devidamente enxotados da minha rotina, e os bons que eu já apliquei no passado tão bem e agora estou aplicando com total responsabilidade já estão de novo ‘entrando na veia’, com naturalidade.

A fluência é algo que conforta, dá segurança e, sem dúvida, motiva. O que dá fluência é aprender, não só a teoria, mas a prática. E a prática só se aprende praticando, fazendo, repetindo, errando e acertando, entendendo o que fez errado, porque, como, quando e, obviamente, querendo de verdade o aprimoramento. E isso a gente só faz quando sabe direitinho o que quer, porque quer, como quer.  E eu sei.

Vou lhes contar uma coisa: me sinto tão encaixada novamente, de uma forma tão natural, neste processo, do jeito que deve ser, que é como um reencontro comigo mesma. Então, neste reencontro, me olho e me vejo, esta sim sou eu, focada, comprometida, atenta, mas com leveza, com segurança, sem paranóias, sem fricotes. Fazendo o que deve ser feito, simplesmente, como sei fazer, como posso fazer.

Me olho e me vejo, sorrio para mim, me reconheço, fico feliz, me abraço, me beijo e combino comigo mesma, num trato muito sério, que me perder de novo, não mais.
E vou curtindo a viagenzinha de volta, revendo trechos, alguns tão iguais, outros já tão mudados, eu mesma também mudada. Dirigindo com segurança, sem pressa, mas com atenção, sabendo direitinho para onde estou indo. Certa de chegar. E chegar ainda melhor do que foi antes.

Beijo e obrigada pela paciência, quem chegou ao fim desta leitura!

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26 respostas para Seguindo, pensando, compartilhando…

  1. Walquiria disse:

    Oi querida, quando se está mal, ler um texto como o seu é muito bom. Li até o fim! Beijos

  2. aline disse:

    Amiga sei q estou sumida do meu cantinho assim como nem me lembro oi que é RA tenho comido muito de tudo e errado…me peguei comendo jujubas ( odeio jujubas !) estou mal …mas vou me recuperar….
    Quero o endereço do encontro mas nao to conseguindo pegar será q vcpode mandar pro meu email ???

    beijos

    • Beth disse:

      Você vai se recuperar e vai engrenar sim! Confie!
      Eu ainda estou sem o endereço, você já pediu através daquele e-mail que a gente colocou no selinho?
      Assim que eu tiver eu mando. Beijos!

  3. Brian disse:

    Excelente analogia!
    Esses dias saboreando (de verdade) uma linda salada eu notei como vamos descobrindo gostos diferentes e gostando mesmo desse sabores que, pra alguns, são exóticos e de difícil assimilação. Parece que o paladar de quem entra de cabeça numa reeducação alimentar amadurece. Acho que é agente que amadurece e o paladar vai junto..rs.rs
    Abraços!

    • Beth disse:

      Eu também acho isso. Fico impressionada com mudanças que eu não podia supor que conseguiria fazer. E tudo começa na cabeça mesmo, não tem jeito…
      Beijo!

  4. Cátia disse:

    Oi querida, passando para deixar um Oi…espero que esteja tudo bem com você…Adorei seu texto e a comparação com o aprender a conduzir… Muito bom mesmo 🙂 Beijos grandes

  5. claudia disse:

    Você é muito 10 para escrever Sra Beth Bacana…adoro o seu blogue…e acho seu jeito de encarar a vida… e como descreve as coisas muito animador.. pq somos todos iguais.. apesar que muitos não percebem são vêm automatizados de fábrica.. outros como você.. dá uma paradinha para olhar o que está em volta… e descobre a si mesmo.. neste mundo cheio de carros… freadas.. mudanças de marchas…e engates que levamos.. sempre passo por aqui e hoje resolvi deixar um comentário beijos

  6. teresinha disse:

    Como sempre, gostei muito do seu post. Deve ser gostoso chegar a essa etapa que você chegou en que tudo fluye naturalmente sem mayor esfôrço. Parabéns!
    Um abraço

  7. Sempre tudo de bom!! Amei o post… e olha… de fato… é à duras penas que realmente conseguimos vencer os maiores obstáculos e alcançar os melhores resultados… Super beijo minha linda!

  8. NINI disse:

    Beth querida, fico feliz por você! como é bom saber o caminho, não desistir….. sabemos que é assim e por que tantos tropeços e hesitações? vai saber!!! procuro este caminho! vou encontrar, tenho certeza!

  9. NINI disse:

    Oi Beth querida, que benção! o gostoso é ver você conseguindo ter paciência e perseverança, caminhos que nem sempre conseguimos trilhar!!
    mas sei que é este o caminho, não adianta querer colocar os bois na frente!!
    beijoooooo
    Nini

  10. Micha disse:

    Beth, vc sempre tão sábia…adorei a comparação.
    acho q eu to precisando dar uma atenção melhor aos gestos/hábitos cotidianos da RA, ta no automático e não tá fluindo..vou repensar.

    /(,”)\\
    ./_\\. Beijossssssssss
    _| |_…………….

  11. Dani disse:

    Olá Beth,

    Perfeita a comparação do dirigir com a reeducação alimentar, mesmo já automatizados pelo processo, tempos que nos manter atentos.

    Poxa vida, queria tanto participar do encontro light e conhecer ao vivo as pessoas que conheço virtualmente, mas o batizado do meu sobrinho será dia 12/06 em Taubaté, não vou estar no Rio, mas espero que tenham outros encontros durante o ano porque quero muito participar.

    Grande beijo

  12. Jana disse:

    Oi Beth, tudo bem?
    Parabéns pelo post tão bem escrito. Incrível como tudo se encaixou direitinho na comparação entre aprender a conduzir um veículo e aprender a conduzirmos nossa vida e nossas escolhas.
    Essas dúvidas: “será que vou ter que ficar anotando, calculando, analisando para sempre” passam mesmo pela minha cabeça e desanimam um pouco, mas ao ler seu post confesso que senti grande motivação!!!
    O negócio é ficarmos firmes pois os bons e novos hábitos vão tomando o lugar dos velhos e depois disso basta fazer a “manutenção”, assim como escovamos os dentes para mantê-los sadios e cuidamos da casa para mantê-la limpa e organizada, vamos aprendendo aos poucos a cuidar de nossa alimentação diariamente e naturalmente, com cuidado e atenção, do jeitinho que nossa saúde merece. Adorei!!
    Beijos,
    Jana

  13. Jana disse:

    Desculpe-me Beth, deixei o endereço errado do meu blog em meu comentário anterior. Nesse está correto.
    Obrigada!!
    Beijinhos, Jana

  14. Carlos disse:

    Beth, que comparação perfeita! É mesmo incrível quando nos vemos dirigindo e nem sabemos quando aquilo passou a se tornar automático. E por que com a alimentação é tão difícil? Talvez porque saibamos que, dirigindo, se não fizermos tudo certinho, poderemos ter um acidente e até morrermos. Mas os efeitos do abuso alimentar são bem mais sutis… Tão danosos quanto, mas como vão se chegando de mansinho, nós nem percebemos e aí, quando nos damos conta, já estamos obesos, cheios de colesterol, pressão alta, problemas diversos… O bom é que, na maioria das vezes, dá pra reverter o quadro, o que nem sempre é possível no trânsito. Então vamos adiante, né? Beijos!

  15. Hellen disse:

    Realmente você deveria escrever um livro pois tem o dom da palavra!
    Essa analogia foi simplesmete perfeita e sabe que entrou fundo mesmo na minha cabeça.
    A parte de afogar o carro e ter que religa-lo foi o ponto chave, porque na vida é assim mesmo a gente tem que fazer pegar de novo, não vai deixar o carro no meio da rua e ir pra casa sem ele, porque é um bem material e dos mais caros, e a saúde também não o é!? Com certeza um dos bens mais valiosos que a gente tem! Mas quando a gente quebra a RA algumas vezes não tenta voltar imediatamente e pensa, se ja quebrei agora vou continuar comendo…Não mais! Daqui pra frente vou me lembrar sempre disso…e se meu carro afogar eu vou dar a partida na mesma hora. Obrigada mais uma vez por seus posts maravilhosos.Beijo e bom finzinho de semana.

  16. Vanessa disse:

    Oi Beth!!!

    gostei D+ da sua comparação. E é a pura realidade… tanto na direção de um carro, do trabalho, da RA, enfim, da vida… as vezes parece que ligamos o automático e nos deixamos levar…

    e isso não é bom… é simplesmente cômodo… e nos faz estagnar.

    em muitos momentos sinto vontade de mudar tudo na vida… mas cadê a sagacidade…

    mas o bom, e vc demonstrou muito bem no seu post, que podemos sim RETOMAR as rédeas de tudo na vida, prestando atenção a todos os passos e o que consideramos já sabido.

    realmente a vida é um eterno aprendizado, não é mesmo.

    parabéns mais uma vez, querida amiga.

    beijussssssss

    as vezes nem percebemos

  17. Dani disse:

    Oi Beth ler este post foi maravilhoso, me vi em algumas situações quando vc falou sobre dirigir, Beth eu simplesmente me apaixonei por algo que achava que nunca fosse ser capaz, é sério o meu medo era tão grande que não me deixava agir até que um dia o click foi dado e hoje usufruo tão bem desta conquista, me sinto liberta para tudo na vida e como vc falou tb no post comparando a reeducação com a descoberta de se saber e aprender a dirigir , estou nesta agora sem a histpoira de dazer um dia e 3 não…
    esta sua frase foi demasi pois me vi descrita em suas palavras como me encontro hoje…
    …”Me olho e me vejo, sorrio para mim, me reconheço, fico feliz, me abraço, me beijo e combino comigo mesma, num trato muito sério, que me perder de novo, não mais.”…

    Estou no retorno Beth e queria te dizer isso ( pois vc sempre me deu força em todas as minhas tentativas de recomeçar… agora eu não estou recomeçando eu estou continuando de onde parei…), agora quero buscar sem desistir um alguém que deixei de lado por quase 4 anos eu a Dani que sempre fez fez e sempre conseguia ter ótimos resultados…

    Beijos e te desejo um ótimo fim de semana

  18. Dani disse:

    dazer é fazer…rrsrsrs
    errei em história…rsrsrs
    pressa desculpe-me beijos
    demasi…kkkkkkkkkkkkkkkkk
    tenho que sair já estou trocando todas as letras…kkkkkkkkkkkk
    bjs e não vou consertar mais não

  19. Sueli disse:

    É amiga, sua reflexão veio em excelente hora para mim. Acabei de atingir a minha meta e preciso focar na manutenção. Suas palavras me ajudarão, com certeza.
    Tenha um maravilhoso final de semana.

  20. Adorei a comparação!
    Tomara que eu chegue logo a fase do automático, e não achar que estou comendo menos do que meu organismo pede todos os dias!
    Obrigado pelas visitas!
    Adoro seu blog!

  21. Mylla Moura disse:

    Beth,

    Eu aprendi a dirigir faz apenas 1 ano e 6 meses. Entrei p/ a auto-escola sem saber nada. Mas aos poucos fui perdendo o medo. Meu instrutor, o Rafael, tb me colocava em cada furada aqui em Duque de Caxias… Mas fui aprendendo a controlar os pés e as mãos, passei a ter mais atenção e hoje, mesmo com tão pouco tempo, já ando pelo Rio de Janeiro todo, e detalhe: uso o carro do meu pai, eu e meu marido ainda não temos carro.
    Você como sempre com esses textos pra lá de inteligentes, mais uma vez fez uma comparação que eu, mesmo tendo passado pelo processo da auto-escola, não tinha percebido a semelhança com a R.A.
    Estou refletindo sobre suas palavras até agora.
    Obrigada!
    Fique com Deus.
    Bjs.

  22. Elaine disse:

    Sábia comparação!
    No começo é tudo muito complicado, difícil, mas depois tudo flui naturalmente. Mesmo em relação as escapadas/jacadas, já não são como antes e num minuto recobramos a consciência. Hoje em dia, por exemplo, se não como os vegetais, meu corpo pede…Virou hábito. Se não caminho, meu corpo cobra…
    É por aí mesmo!
    Beijocas

  23. Ana Paula disse:

    Como eu fiz dietas daquelas rigorosas, quando descobri a reeducação alimentar, achei fácil e divertido. O difícil mesmo é manter os novos hábitos para sempre, um grande desafio!

    Boa semana!

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