Beth sem cigarro há 23 anos

Finalmente, achei uma brechinha para dar notícias com calma. Andei bem enroladinha e, quando desenrolava, faltava um pouco de saco, admito.  A filhota esteve aqui por 10 dias, matando a saudade, foi ótimo. O filhão passou o fim de semana conosco, viajou ontem à noite, foi tão bom tê-lo em casa!

O trabalho está bastante intenso, mil coisas ao mesmo tempo e eu saindo mais tarde quase todos os dias, bem cansadinha. E tem o maridão, claro, tem também o Luke, o dia-a-dia com suas coisinhas normais, a preparação prévia para o fim de ano e para as férias que serão em janeiro, enfim… coisa pra dedéu.

Está tudo bem comigo. O ponto chato foi que torci o tornozelo há 3 semanas, pisando em um osso (de joelho de vaca) que damos ao Luke para ele brincar e roer (ele adora). Desde então, já senti muita dor, o tornozelo já inchou e desinchou muito, ainda incha (só que bem menos) e estou andando devagar e mancando.

Porém, vivendo normalmente, trabalhando, fazendo o que tenho que fazer, embora com cuidado, sem forçar demais, até porque não dá mesmo. Mas, sem frescuras, sem dramalhões. Fui ao ortopedista, estou medicada, seguindo direitinho as orientações e amanhã começo a fazer fisioterapia. Não imobilizei, senão não poderia entrar no trabalho e estou numa fase em que isso seria totalmente inadequado.

Na medida em que consigo dar conta das coisas com cuidado, sem negligenciar a saúde, mas sem deixar de lado compromissos, profissionalismo, parceria e tudo mais, vou me virando, sempre usando o bom senso e, graças a Deus, dando conta.

A alimentação não esteve, mais uma vez, a belezura que eu me propus a promover. E, naturalmente, andei zangada comigo por conta disso. De novo,  me recompus e estou de novo nos eixos.  É um lá e cá chatinho toda vida, mas que vai ser vencido, dando vez a um ‘vamos e vamos’.

Estou trabalhando MUITO a minha cabecinha para que as motivações que eu já tenho e que não são poucas e nem fracas, façam em mim aquele efeito ‘vou e vou’ que faz tudo funcionar bem. E para eleger novas motivações, também poderosas. Enquanto isso, vou aos trancos e barrancos, mas vou, vou e vou. Não me entrego, não.

Como já disse, não estou lutando contra nada, estou é buscando trabalhar com empenho, com regularidade, com disciplina, a meu favor. Não tenho sido eficiente/eficaz nisso, mas jamais duvido que posso melhorar, botar tudo como deve ser. Entregar os pontos, não.

Hoje quero papear sobre um assunto que está bombando, que é o novo quadro do Fantástico ‘Brasil sem cigarro’. Acho ótima a iniciativa. Eu sou ex-fumante. Não aquela ex-fumante chata, que fica enchendo o saco de quem fuma, afinal, cada um sabe de si.

Quer fumar, que fume. Mas, com educação e sem baforar na minha cara, pois aí me sinto incomodada, claro. Quer ver um troço que me incomoda? Sair de casa limpinha, lindinha, cheirosinha e entrar em um taxi que fede a cigarro, porque o motorista fumou antes de eu embarcar, ou porque deixa que outros passageiros fumem. Aí, fico eu fedorenta, acho o fim da picada.

Bom, então eu não fico pregando que A ou B deva parar de fumar. Mas se pinta o assunto e se alguém fala que tem vontade de parar, aí eu dou força sim e falo sobre como foi comigo, como vou falar agora.

O meu pai fumava muito, o seu cigarro era Continental SEM filtro. Em 1964, quando morreu, ele tinha câncer de esôfago. Mamãe não fumava, nunca gostou. No máximo, brincava raramente com um cigarro nas mãos, fingindo que fumava, ela nem sabia tragar e fazia um bico bem engraçado para assoprar a fumaça. Mera farra em família, coisa que em muitos anos pode-se dizer que aconteceu 2 ou 3 vezes, nada mais.

O meu irmão mais novo (já falecido) nunca fumou.  O mais velho começou a fumar no final da adolescência, já por volta dos 18 anos, quando já trabalhava, se bancava etc.  A mamãe não achou nada bom isso, mas… ele já era dono do seu nariz. Pois é, mas com  apenas 38 anos de idade ele operou o coração, botando 3 pontes safenas e 1 mamária. Aí parou de fumar, claro!!! E, graças ao bom Deus, está com mais de 60 anos e com saúde e disposição.

Ao contrário da maior parte das pessoas que conheço, eu não comecei a fumar na adolescência. Com 11 aninhos fui para o ginásio (hoje seria a 5ª série) e mamãe, na véspera do início das aulas na nova escola,  me chamou pra conversar. Explicou sobre as mudanças que eu iria viver, passou várias orientações e falou sobre cigarro, drogas e outras coisas que talvez eu veria nos cantos dos pátios, no  banheiro etc., já que agora conviveria com adolescentes, alguns bem mais velhos que eu. Ela sabia que muita coisa acontecia, por mais monitoramento que existisse, afinal, ela também já tinha sido adolescente etc.

Sobre o cigarro, especialmente, ela disse: “Beth, fumar faz mal, é feio e custa caro. Você verá colegas seus fumando, muitos deles pelos cantos, escondidos,  no  banheiro etc. Não acho que você deva fumar. Não tenho dinheiro para bancar vício de cigarro e não gostaria que você fizesse isso. Mas não estou proibindo, estou explicando, sei como são essas coisas.  Agora, se você for fumar, não esconda de mim. Eu quero ser a primeira a saber e por você, não pelos outros, ou descobrir por acaso. Aí, a gente vê o que faz, e se não tiver jeito, vai fumar com eu sabendo.”

Esse papo pra mim foi nota 10, me deu muita tranquilidade e confiança para deparar com as coisas que ela comentou e outras tantas, naturalmente, sem me deixar levar.
Mais de 80% dos colegas, meninos e meninas, fumavam. A maior parte escondida. Alguns, com o conhecimento dos pais, só que insistiam em fumar no banheiro, que era proibido, a monitora se aproximava e era uma confusão para sumir com o cigarro, o cheiro, a fumaça…rs

Me ofereciam e eu recusava, tranquilamente. Quando me perguntavam se eu tinha medo da mamãe saber, respondia com sinceridade e orgulho: ‘Eu não sou proibida, minha mãe diz que se eu quiser, vou poder fumar, só não quer que seja escondida. Mas eu não quero.’ E gostava dessa coisa de ‘não faço porque não quero’.

Eu já era adulta, namorava o ex-marido (pai do meu filho) e ele fumava. Às vezes, ele dirigindo, me pedia para acender um cigarro para ele. Eu acendia, sem tragar, passava o cigarro e pronto. Um dia, o maço ficou esquecido na minha bolsa. E aí, me deu vontade e fumei um. Resolvi tentar tragar, traguei e pronto, gostei. E comecei a fumar, já adulta, dona do meu nariz, por vontade própria e não para imitar coleguinhas etc. Mas, ainda assim, foi uma grande bobagem.

Quando alguém falava  ‘…mas foi começar agora? Por que? Vai viciar agora para que?’ eu respondia: ‘Comecei porque quis e vou parar quando quiser.’ E sempre enfiei na cabeça que seria capaz de parar quando desse na telha. E repeti isso por anos e anos.
Porém, eu alimentei realmente em mim essa crença do ‘quando quiser, consigo’. Em nenhum momento dos meus 12 anos de fumante eu me senti e/ou me declarei dependente daquele cigarro. Jamais permiti que na minha cabeça houvesse o registro ‘sou viciada e o cigarro manda em mim’.

Fumava 1 maço por dia e, em situações especiais (barzinho, festas etc.) fumava mais que isso.  Porém, quando engravidei, parei por amor e cuidados com o meu neném. Até fumei um pouquinho no comecinho, havia na época uma história de que no máximo 4 cigarros por dia podia, mas depois saí disso, parei mesmo.  E com facilidade total, porque havia uma motivação especial: um serzinho maravilhoso sendo gerado dentro de mim e a quem eu só queria passar coisas boas.

O Alexandre nasceu e eu o amamentei até 11 meses. E o desmame se deu porque ele mesmo não quis mais, por mim mamaria ainda muito mais tempo. Enquanto mamou, eu não fumei de jeito nenhum e nem tive vontade. Motivação especial: a saúde do meu garoto.

Aí, um tempinho depois de ele ter parado de mamar, eu resolvi um certo dia que estava a fim de fumar de novo e voltei. Fumei mais uns 4 anos.  Algumas vezes, até pensei em parar, mas não era aquele ‘quero mesmo’, era só um ‘bem que eu podia parar’. Por isso, não me empenhava para isso.

Eu fumava em casa, na rua, na condução, dirigindo, no trabalho, em lojas e supermercados, em todo lugar. Aí, começaram a surgir as leis proibindo o fumo em alguns locais fechados como ônibus, lojas, supermercados e em um desses, eu acendi o cigarro à revelia do aviso e, claro, um segurança veio educadamente me pedir para apagar.

Mas, felizmente, o corpo fala e o meu começou a me dar uns sinais interessantes. Passei a ter uma dorzinha chata de cabeça, bem característica, sempre que eu fumava mais cigarros em menos espaço de tempo, pela manhã.
Se a minha média pela manhã eram 10 cigarros e eu fumasse esses 10 em um tempo um pouquinho menor, começava a dor. E aí, bastava eu ficar uns 40 minutos sem fumar para ela ir embora. Ok, comecei a cuidar para não mudar tanto o intervalo entre um e outro cigarro.

Outro sinal: comecei a sentir vontade de fumar metade de um cigarro e não o cigarro todo, de cada vez. Chegava na metade, tinha vontade de apagar. E como reacender um cigarro que já foi fumado e apagado é muito ruim, o gosto é péssimo, eu passei a gastar mais com cigarro ( e fumava cigarro da linha mais cara), já que fumava meio, pelo menos durante o dia.

Outro sinal: um dia, acordei no meio da madrugada com a sensação de estar ‘fumando de dentro pra fora’. Estava com azia e comecei a arrotar, sendo que esse arroto vinha com gosto de cigarro. Desagradável, aquilo.  Naquele dia eu pensei: será que o meu organismo está me dizendo que está cansado disso?

Bom, mesmo assim eu continuei fumando. Um belo dia, me senti mal, numa tarde de sábado quente, verão 40 graus. Uma palpitação, um treco esquisito, me deu um medo tremendo e apavorada fui parar no hospital. Mas eu não tinha nada, era um ataque de ansiedade, pois eu andava muito estressada e isso foi facilmente percebido pelo médico.

Eu perguntei a ele se podia ser o cigarro e o peso (que estava elevado, embora ainda bem abaixo do que cheguei a ter depois) os causadores do mal estar. Ele disse que não, que o meu problema era ansiedade, eu estavamuito estressada, tensa demais, o calmantezinho que estava me dando faria com que eu ficasse bem. E que eu precisava relaxar, dar uma aliviada na tensão.

Mas ele continuou dizendo o seguinte : “Porém, se você está perguntando sobre o peso e o cigarro é porque tem consciência de que são duas coisas que não fazem bem. Então, mesmo sabendo que HOJE não foi isso que lhe deu o mal estar, APROVEITE para pensar se não é uma boa hora para começar a mudar isso. Se sabe que o cigarro não é uma boa coisa, por que não aproveita para pensar em parar de vez com ele? Se sabe que o sobrepeso não é uma boa coisa, porque não aproveita para se determinar a emagrecer?

Saí de lá meio grogue por conta do comprimidinho que ele me deu, mas pensando nas suas palavras. E aí, decidi e anunciei, dentro do carro: não vou fumar nunca mais.

O meu irmão mais novo, que estava dirigindo, sorriu, talvez descrente de que eu levaria isso adiante, depois que passasse o susto e o efeito do remédio. Pois bem, eu levei isso a cabo.

No dia seguinte, um senhor vizinho me ofereceu um cigarro quando eu passei, como era comum ele fazer e eu sempre aceitava, pois era uma hora em que fumávamos batendo um papinho. Eu recusei, e ele disse: ‘Duvido que você vá conseguir parar de verdade.’ Eu disse a ele: “Vou sim, seu João. Decidi que só voltarei a fumar no dia que eu desistir de viver. E como eu não vou desistir de viver, eu não vou mais fumar.’ Ele sorriu. E eu nunca mais fumei na minha vida.

Sei que para muita gente é difícil essa decisão e parar de verdade. Para mim, asseguro, não foi, desde que eu realmente me apeguei a essa determinação e associei ‘não fumar a VIVER’. Na verdade, consciente de que o fumo é um veneno mesmo, pensava em viver com mais qualidade, respirando melhor, com um paladar também melhor, sem o receio do que aquilo faria comigo ao longo do tempo.

E sempre que alguém me perguntou, tempos depois, se eu não pensava em voltar a fumar, eu dizia com total firmeza: “Volto no dia que desistir de viver e eu não vou desistir de viver.”.

Então, eu creio mesmo que ter me agarrado nessa associação foi um fator muito importante de sucesso. Porque eu sequer tive vontade de fumar, ao longo do tempo. Quando alguém acendia um cigarro perto de mim, eu pensava imediatamente: viver é melhor. E assim, ninguém precisou parar de fumar perto de mim, para não me dar vontade, eu me mantinha na minha, apegada à minha determinação: viver.

Bom, uns 4 ou 5 anos depois, dei sim um único trago num cigarro, no play do prédio onde morava. Alguém apareceu com um maço de cigarros de Bali, que eu adorava, e depois de anos foi aquele cheirinho especial que me deu uma saudadezinha. Acendi um, dei uma única tragada, passei para a dona do cigarro e pronto, dali em diante nunca mais mesmo.

Detalhe: o cigarro de Bali é mais prejudicial ainda à saúde do que o convencional, não se enganem com ele, pesquisem e constatem. Tem, sim, um sabor especial, mas que ninguém se deixe levar por isso.

Bom, então, desde 1988 eu não fumo. E dou a maior força para quem está nessa de parar. Não traz rigorosamente nada de bom. É caro e a relação custo x benefício mostra que só há custo.

O cigarro já foi visto como um símbolo de elegância, de charme. Mas, se a gente olhar com olhos de ver, não há rigorosamente nada li de elegante, nem charmoso. Por mais bonitinho que a pessoa fume, e eu fumava de um jeito bem feminino. Não, não há elegância alguma nisso.

Tenho observado por onde ando e cada vez mais acho que o cigarro enfeia. Sem contar que não há banho, creme hidratante, desodorante e perfume que supere o odor que o cigarro deixa na pele da gente. E não há pastilha, pasta de dente etc. que faça com que a boca da gente tenha um cheiro menos ruiim, quando fumamos.

Depois que parei de fumar, o primeiro beijo na boca que dei em um fumante me deu aversão e eu pensei: nossa, a minha língua tinha esse gosto? Tinha. Eca!

O paladar melhora muito. A gente redescobre o sabor verdadeiro da comida, as frutas ficam mais doces, tudo tão mais gostoso! Ah, mas aí a pessoa vai engordar, alguém deve estar aí pensando.  Ou seja, vem a crença (como desculpa) de que se sentir um gosto melhor no alimento, vai querer mais. Se for por isso… quanta gente boa que conheço está tão acima do peso à revelia do paladar totalmente adulterado pelo tanto que fuma?

Se a pessoa já tem dificuldade em controlar o apetite e agora os alimentos ficarão mais saborosos e atraentes, há um risco, sim. Mas isso tem mais a ver com o psicológico, que tem que ser trabalhado. Se a pessoa compensa as ansiedades, o nervosismo, as carências de todo tipo fumando e parar de fumar, vai tentar buscar essa compensação em outra coisa. De repente, na comida.

Mas aí, não é questão só de parar de fumar e pronto. É questão de aproveitar a oportunidade para se entender melhor consigo mesma, entender o que está compensando de um jeito ou de outro, não é moleza não, mas é melhor, sem dúvida, do que se ferrar todo, ficar com o pulmão em petição de miséria, correr riscos terríveis de doenças que não são nada fáceis de encarar e, sim, matam.

Se eu engordei quando parei de fumar? Sim. Mas eu já vinha num processo de engorda de quase 10 anos,  então não foi a falta do cigarro que me engordou, eu simplesmente parei de fumar e continuei com os hábitos alimentares ruins, aliás, péssimos! Cada vez mais sedentária e comendo errado, era só frigura, gordura, carboidrato, refrigerante! Com ou sem cigarro, estava tudo errado no setor da alimentação.

Então, a conclusão é: motivação. Quando se está motivada de verdade, a coisa flui melhor. Assim como estive motivada a só transmitir para o meu bebezinho muita saúde enquanto estava dentro da minha barriga e depois, já fora, mas mamando no peito.

Assim como um dia eu resolvi me apegar à crença: ‘Voltarei a fumar quando desistir de viver’ , mas sempre complementada por ‘não desistirei de viver’. Cada um pode e deve encontrar motivos fortes para se desapegar daquilo que PARECE, mas não é, remédio para tensões, tristezas, solidão, carências diversas e muito menos representa elegância e charme, muito pelo contrário.

Andar pela rua parecendo uma chaminé é, definitivamente, horroroso. Não tem roupa bonita, sapato chiquérrimo, balangandãs bacanas, cabelo, maquiagem etc. que se imponham tão bem, quando há aquela fumaceira saindo da boca da gente. Papo de ex-fumante? Pode ser. Mas, é um toque.

Contei aqui da minha história com o cigarro, porque achei que poderia ser legal. Em casa ninguém fuma, por escolha de cada um. Mas tenho muitos amigos que mantêm o hábito, e eu respeito, como já disse. Se der brecha, dou um toque, nada mais.

Bom, então é isso. Desejo a todos uma ótima semana. Eu vou em frente. Hoje, até aqui, estou nota 10 na alimentação.  E como é um dia de cada vez e uma hora de cada vez em cada dia…

Este post foi imenso né?
Ótima semana para todos! Um beijinho (com gostinho bom…sem nicotina e alcatrão…)rs

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15 respostas para Beth sem cigarro há 23 anos

  1. Bruxa do 203 disse:

    Parabéns! Sempre odiei cigarro, não tive nem curiosidade de provar. Já tive asma, tenho muitas alergias e trabalho em um lugar que tem dois fumantes. Muito nojo! Quem fuma prejudica os outros.

    E você como sempre, um exemplo de determinação e de que todos nós somos capazes de mudar e melhorar a qualidade de vida.

  2. Elaine disse:

    Vou copiar este post pra mandar pra Juliana, quem sabe ela se anima.
    Sou uma mãe assim, nesse quesito até parecida com a sua, sempre expliquei os malefícios do cigarro, mas também respeito muito a opinião de cada um. Infelizmente, a minha Juliana linda fuma. Mas para quem era vegetariana e voltou a comer carne, não tomava refrigerante há 8 anos e voltou a tomar, eu tenho fé que com o cigarro seja diferente…quem sabe logo ela desiste dele, né?
    Parabéns pela motivação em alta. Vai ficar cada vez melhor.
    Grande Beijo!

  3. É, Beth, parabéns mesmo.
    Minha relação com cigarro é tão light, que nem sei dizer. Meus pais fumam, mas só fumam quando bebem. Em casa, só num caso de nervosismo e ansiedade, que fumavam um cigarro e pronto, ou, no caso de farra.
    Cigarro com gosto de cigarro mesmo eu nunca fumei. Só esses com sabor, e mesmo assim, sem tragar. Eu acho. Acho que não sei tragar, rs.
    Mas nunca me incomodou. Forma alguma do cigarro me incomoda, sabia? Só quando volto de uma boate com o cabelo cheirando a cigarro. Sei lá. Não consigo perceber se fico com cheiro de cigarro em algumas situações, como a do taxi. Sou lerda mesmo.
    Eu namorei dois caras (três!) que fumavam Carlton. E vou dizer, acredite se quiser, eu achava o beijo uma delícia!
    Doida né?
    Em breve tô voltando pro blog com tudo.
    Bêjo

  4. Oi, Bethinha! Ai, eu odeioodeioodeio cheiro de cigarro, não consigo nem ficar perto, porque a pessoa transpira nicotina e é por isso que nada esconde esse cheiro. O pior é que nem amigos consigo ter porque não compartilho dos mesmos gostos nem do mesmo odor, rsrsrs. Isso me faz me sentir meio preconceituosa, mas acabo pensando pelo lado de que fumante passivo corre os mesmos riscos de doença de quem fuma. Aí a minha auto-estima me salva mais uma vez, hahaha. Bjs!!!! Cris

  5. Lela disse:

    Oi miga,

    Provas da facu, doideira sabe! andei um pouco ausente mas…eis me aqui pra ler essa delícia de post longo, mas parece que tô acostumada sabe; quando é curtinho não parece você!
    Essa coisa de cigarro é triste mesmo, e eu que nunca fumei, não tolero fumaça na minha cara, xi! fico de bico na hora (e sem cigarro nele)
    Final de ano “arrebentando” mesmo; já ando de ladinho pra ver se o chefe não me encontra, mas cadê? o cara parece que botou GPS na gente, aha! ele nos acha em qualquer lugar!

    Beijokas flor,
    vamo que vamo!

  6. Brian disse:

    Beth,
    O título do blog “a conquista” combina com você.
    Muitas conquistas ao longo da vida… vida que carece de nós uma nanutenção constante. Foi nos dade de presente, sem pedirmos, porém é de nossa responsabilidade fazer o que estiver ao nosso alcance mantê-la “funcionando bem”, por dentro e por fora.

    Saúde!!!!

  7. Micha disse:

    admiro mto sua determinação e força de vontade…tdo q coloca na cabeça q vai fazer, vai lá e faz…
    parabéns.

    e q bom q reviu os filhos…delícia.

    /(,”)\\
    ./_\\. Beijossssssssss
    _| |_…………….

    • Beth disse:

      Ah, querida. Mas eu tenho que CISMAR de verdade. Quando cismo mais ou menos, aí não rola, não é à toa que estou num lero-lero danado…rs Beijos!!!

  8. Belo post Beth. São depoimentos assim como o seu servem de exemplo pra muita gente sabia? Graças a Deus não fumo, porém, convivo com uma pessoa que fuma. É tenso.
    Big beijos e sucesso

  9. Ana Cleide disse:

    Oi Beth querida. Nossa sua história é fantástica. Graças a Deus você conseguiu vencer. Mais uma prova da mulher guerreira e determinada que tu és.
    Ah eu sei o quanto é dolorido tornozelo machucado, eu já sofri uma torção e depois tive tumor ósseo no tornozelo esquerdo, até hoje eu sinto dores horríveis, ando mancando, incomoda bastante.
    Melhoras para ti. Muita saúde e paz, bejos.

  10. Danielle disse:

    Oi Beth parabéns pela conquista eu não fumo Beth e nem sinto vontade mas sempre pego no pé do marido que fuma muito raramente ele dá 2 tragos e pronto já fumou, joga fora e nem olha mais para o cigarro e sempre é quando está em festa ou no escritório…mas é uma questão de opinião não é Beth…igual com a comida e bebida. Bom te deixo um beijão e que maravilha filhotes próximo delícia…bjs Dani

  11. nuno disse:

    olá. O meu Pai também fuma muito. Tentamos dizer-lhe sempre para ele reduzir, mas ele não deixa o cigarro. Eu próprio já experimentei o cigarro, mas o cigarro a mim não vicia e vou explicar o porquê. Das primeiras vezes que experimentei, por livre vontade, comecei a reparar que não sabia fumar. Eu tenho os lábios muito molhados e os lábios encharcam o cigarro todo. E depois, a mais pura verdade é que Não sei fumar. Isso é bom, porque assim não me provocou vício. Há umas semanas, disse a um primo meu ” um dia, temos de fumar um cigarrinho”. Eu e meu primo, fumamos um cigarro no funeral do nosso falecido avô, em 2005. Em Portugal, a maior parte dos cafés proibiu que se fumasse dentro dos cafés e desde que isso aconteceu, noto que o cheiro a cigarro me incomoda profundamente. Sabe bem ir ao café e não sentir cheiro do cigarro por perto. beijos e um bom fim de semana. melhoras do seu pé

  12. teresinha disse:

    Excelente o post e linda a foto.Você é mesmo muito especial.
    Un grande abraço

  13. Lu Francesa disse:

    Legal ler seu depoimento sobre cigarro, ajuda a abrir os olhos das outras pessoas, eu quase fumei 1 vez na casa de uma colega, a mãe dela fumava e estávamos sozinhas, tiveram a ideia e eu senti vontade, mas resolvemos fechar a porta da cozinha q não estava trancada e… segundos depois a mãe dela chega, o que foi ótimo, pq acabamos não fumando naquela hora, mais tarde as outras meninas fumaram, não eu q acabei desistindo da ideia. Minha irmã fuma desde novinha, acho que desde os 12, hj ela está com 30, uma pena…
    Com certeza é necessário uma grande motivação, como para muita coisa na nossa vida… não é fácil, mas está ai a prova que é possível!
    Beijocas,Lili.

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