Onde se quer chegar e o que leva até lá

Pois é, mas sem quebrar ovos não se faz omelete. Então, sem esforço nada acontece.
Já houve tempo, e um longo tempo, em que eu achava uma coisa absolutamente ‘fim do mundo’ ter que mudar hábitos, comer legumes e verduras, diminuir frituras e gorduras em geral, ter hora ‘mais ou menos certa’ pra comer, ter que pensar antes de agir. E, mais que isso, ter que agir conforme o pensamento prévio, naturalmente a meu favor, orientasse.

Depois, a partir da certeza de que queria mudar a minha situação e que não seria de uma das mil maneiras erradas que tentei antes, entrei no VP e fui me conscientizando, dia após dia, do que realmente queria para mim.  E do porque disso. E do porque de não mais querer os métodos mágicos, aparentemente fáceis etc. que apliquei tantas vezes.  Já falei no blog várias vezes sobre iss.

Aí, eu resolvi levar a coisa muito a sério. E queria tanto, mas tanto, estava tão determinada que entrei de cabeça mesmo. Tudo que ouvia no VP eu pensava, repensava, tirava proveito. Até de alguns depoimentos bem esquisitos, demonstrando ainda uma relutância muito grande em mudar, de alguns associados, ou vitórias lindas, tudo eu queria ouvir, entender, pensar e transformar em combustível para não fazer o errado, para fazer o certo.

E aí, o que se chama de ESFORÇO foi sendo visto por mim como nada mais, nada menos, do que o jeitão legal de progredir, na direção certa. E eu disse muitas vezes, e repito hoje aqui com total honestidade: não sentia nada como esforço tão grande. E repetia no blog, e na conversa com quem estava na estrada comigo e em todo canto onde fosse pertinente: quando a gente quer muito uma coisa, qualquer esforço por maior que seja acaba sendo visto como menor, menor do que a gente, a nossa vontade, a nossa confiança em chegar lá, naquele ponto que traçou como meta.

E como a minha meta não era apenas um número e sim um conjunto de benefícios que cada vez mais eu me via recebendo e querendo mais ainda, mais forte eu me sentia.

E as dificuldades, pois não sou  melhor do que ninguém, apareceram, claro! Mas em grande parte do tempo eu as vi como oportunidades de aprender mais, de me superar, de dar um passo à frente e sabia que tudo me faria chegar à meta mais forte, mais preparada.

Em alguns momentos eu me vi, naquela época, bem enrolada, tive mais de um platô daqueles que a gente já não sabe o que fazer, teve um de meses e quem me acompanha desde lá atrás sabe, viu direitinho como foi isso. Nunca pensei em parar, jamais tive ímpeto de jogar tudo pro alto. Mas andei bem chateada, sim, claro! Afinal, não era justo. Eu realmente dava o meu melhor possível e esse possível era geralmente muito bacana.

A lua de mel com o meu processo não era eterna, mas durava um tempão. Quando entrava numa fase mais normalzinha, já com alguns altos e baixos, isso não demorava muito a dar vez à terceira fase, a da retomadade consciente, tranquila, firme, ânimo fortalecido. Não raro, entrava em nova lua de mel e por aí, ia …

Quando alguém está em lua de mel, vendo tudo cor de rosa, ou azul de bolinhas douradas como dizia o meu pai, não consegue entender como é que o resto do mundo não está sentindo-se do mesmo jeito, vendo tudo assim também. E a gente não acha que nada é esforço, como é que pode tanta gente à volta não entender que é só querer, que é só mudar o padrão de pensamento e seguir? E a gente acha que dificuldade é oportunidade, mesmo não gostando de ter dificuldade, e não compreende que o outro fica puto sim, porque preferia, claro, que a estrada fosse lisinha, sem tantas curvas, algumas tão perigosas… e que a paisagem, durante toda a viagem, fosse sempre maravilhosa e tudo mais…

Quando o próprio sapato aperta e o calo da gente dói, aí a gente olha o outro que está também com um incômodo e diz: é… é duro. Aí, a gente consegue sair daquela fase esquisita, volta a se sentir a rainha da cocada preta, branca e rosa choque…

Não se tratava de desacreditar de ninguém, eu sempre procurei estar junto, dando força, incentivo, dicas e tudo mais, com total carinho, para o povo blogueiro e outras pessoas que tenho por perto, no assunto emagrecimento e também alguns outros, quando tive oportunidade e achei pertinente, claro.

No próprio VP, às vezes eu pedia a vez e falava, quando algum associado manifestava a sua impaciência, o seu inconformismo por ter que abrir mão de alguma coisa, ou simplesmente fazer algo um pouco diferente do que fazia antes. E eu falava justamente sobre valorizar mais o que a gente está buscando do que aquilo de que está abrindo mão, afinal, se fosse assim tão bom, a gente não estaria querendo mudar.

Hoje, 5 anos depois de ter alcançado a meta (foi em dezembro de 2006) e estando com 20 Kg acima do peso com o qual me tornei vitalícia no VP, eu continuo acreditando totalmente em mim, eu continuo na estrada, carregando na bagagem o que aprendi, jogando fora algumas crenças que antes serviam mas agora já estão defasadas, eu não sou mais a mesma e adequações são necessárias.

Hoje, ainda boquiaberta (faz tempo que o queixo caiu, mas não consegui ainda fechar a boca…rs) com o que consegui deixar escoar pelo ralo ao longo desses 5 anos mesmo não tendo jamais chutado o balde com força, jamais tendo feito coisas que em todo canto eu vejo, ouço, leio que as pessoas fazem / fizeram.

Mas bastava eu me lembrar o tempo todo que cheguei no passado a 140kg e uns quebrados sem comer muito, sem gostar de chocolate, amendoim, fubá, milho etc., sem fazer pratões de comida, sem um monte de coisas que geralmente são as causas da obesidade alheia.  Então, ao longo de 5 anos readquirir 20 quilos não seria tão difícil, a menos que eu fosse muito fiel a tudo que me fez emagrecer 53 quilos e eu não fui tão fiel assim.

Não cometia grandes traições, mas traía de levinho…rs O que no final das contas dá no mesmo.  O porque disso? Um tanto de sem-vergonhice que pensei não ter mais, um tanto de dificuldade, sim, de administrar algumas emoções, eu que pensava estar vacinada contra isso, como se fosse assim. E eu sabia que não era, mas… acreditar um pouquinho que podia ser me dava permissão para deslizar seguidamente…

Cinco anos depois, eu queria estar bem melhor do que estou. Mas, graças a Deus, não houve perda total. Saber que nunca deixei de estar atenta, que há mais de 8 anos estou ali, tentando, acertando, errando, mas nunca mais fiquei totalmente alheia a essa história, é uma coisa que me faz bem. Graças a isso, o estrago não foi ainda maior e nem será. Nunca será.

Eu continuo não achando que seja tanto esforço assim. O negócio é me dizer: de qualquer forma, faça. Eu ultimamente dizia, mas não me ouvia ou fingia não ouvir, ou não entender ou simplesmente me dizia: oki, daqui a pouco eu faço.  Agora, estou de novo me ouvindo e acatando.

Termino esta semana mais leve um pouquinho, na alma e no corpo, com certeza. Não foi uma semana nota 10, mas foi muito bacaninha, com bastante bom senso, com bastante vontade de acertar. Menos naturalmente, admito, do que era antes, nos melhores tempos do meu emagrecimento. Tendo que parar e dizer: isso sim, aquilo agora não. Mas, funcionando.

E me dizendo: lembra que você levou quase 4 anos para emagrecer 53 kg? Como foi que conseguiu não se cansar tanto daquela viagem? Foi desencanando dessa coisa de tempo. Foi decidindo seguir, dia após dia, sem parar. Fazendo com que o progresso fosse contínuo, mesmo que pequenininho às vezes.  E se não houvesse progresso no resultado, fazendo o meu melhor para no mínimo ter a consciência tranquila, saber que não era por minha causa que algo não ia bem.

Então, apesar de mais uma semana mega cansativa, corrida demais, a ponto de eu me flagrar, com total surpresa, duvidando de que aguentaria o tranco e quase pedindo arrego (estou falando de trabalho e não pedi arrego, dei conta, graças a Deus), eu a termino com saldo positivo.

Andei me olhando no espelho e me assustando ainda mais com a minha aparência abatida e com o desgaste mental que me levou a fazer umas besteiras que depois, só rindo mesmo. Que tal a criatura pagar uma conta no caixa eletrônico e pegar o recibo, depois sacar um dinheirinho, e em vez de grampear o recibo no boleto, grampear o dinheiro todo? (com várias grampeadas, para não perder…rs).  E pegar o elevador errado no próprio prédio onde trabalh, apesar do colega gritando, chamando Beth, Beth… onde você vai???  E mais um monte de coisas? kkkkk

O pé incomodou muito e fui a outra ortopedista, especialista em pé e tornozelo, para uma segunda opinião. Vou fazer uma ressonância magnética ( já está marcada), mas ela já tem uma suspeita a mais e a fisioterapia continua, mas foi modificada. Estou indo religiosamente, todo dia, fazer. E agora, estou usando uma bota ortopédica, tipo ROBOCOP, para me movimentar.

A médica sugeriu me dar uns dias para ficar em casa, mas não vou deixar de trabalhar, pois há muitos compromissos, prazos a cumprir, mil coisas acontecendo ao mesmo tempo, algumas emergências importantes e ninguém pra ajudar, eu sou profissional responsável e sei o que isso causaria agora. Como não é vital que eu fique de cama, apenas preciso me movimentar pouco e com a bota, me organizei para isso.

Vou de bota pela rua, no trabalho não posso usar vou tirar, depois boto para ir para a rua, vai ser um tira e põe, mas quando estiver em movimento de verdade, fico com ela. E com ela, não sinto tanta dor. Hoje fiz um teste daqueles, maluca, fui para a Saara com o marido, a bota segurou bem as pontas.  Mas já vi que não dá para brincar disso sempre, foi só uma necessidade e uma vontade …rs

Então, é isso. Estou bem, estou indo em frente, já me sentindo de novo mais firme no caminho e é isso. Eu me propus a terminar o mês de dezembro melhor do que terminei o de novembro e tenho certeza total de que assim será. Estou fazendo a minha parte. E vou chegar lá, sim.  E vou botar uma outra foto aí do lado dessa que estou colando hoje (de 2 de dezembro de 2006), em que estarei tão bem quanto nela e vai ser uma festança! kkk

Beijos, bom fim de semana, fiquem com Deus.

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32 respostas para Onde se quer chegar e o que leva até lá

  1. teresinha disse:

    Querida Beth: oseu corpo está pedindo un descanso a gritos, nao seja cabeçona e faça caso da sua médica, peça un repouso no trabalho e cuídese, antes de que a coisa chegue a mayores, olhe que o cementerio está cheio de gente imprescindível. A primeira responsabilidade é com a saúde. Cuídese.

    • Beth disse:

      Oi querida, obrigada pela preocupação e pela dica, você está certa. Mas no meu caso, não estou precisando mesmo ficar de molho, só evitar excessos (sim, no sábado abusei um pouco). Não me considero insubstituível não, mas o momento é muito crítico, especial demais, então vou dando o meu jeito, para nem prejudicar aqui, nem lá. Beijoca!

  2. Magui disse:

    Ninguém engorda sem comer. Toda vez que eu engordo é porque não acredito que aquele sorvete ou aquele chocolate, ou um prato repetido no almoço não vai fazer diferença.Pode até não fazer para algumas pessoas mas para outras são quilos a mais.Infelizmente.

  3. nuno disse:

    olá..em primeiro lugar, as melhoras… quanto ao emagrecer, pelo que tenho visto na televisão, e lido na net, é preciso exercício físico. Em portugal, existe um programa na televisão, chamado ” PESO PESADO “, tudo na base do exercício físico. A maior parte das pessoas, faz exercício físico, chega a casa com fome e come…. dizem que não se deve comer logo, após terminar a ginástica ou então deve-se ingerir alimentos saudáveis e aconselhados pelos médicos… mas o que está na base de tudo é o exercício.. beijo

    • Beth disse:

      Oi Nuno. Realmente, a atividade física é muito importante. Porém, o que eu posso fazer, que são caminhadas, no momento estou impedida. Antes, por conta de tendinites no pé esquerdo e no glúteo médio (direito). Agora, pelo entorse. Mas em breve, muito breve mesmo, estarei de novo me movimentando e dando uma força. Beijos!

  4. nuno disse:

    olá.. recebi o seu comentário.. a minha mãe partiu no sábado o braço…vai levar tempo para ficar boa, mas penso que vai curar direitinho sim.. beijos e as melhoras.

  5. Estela Máris disse:

    Beth Maravilhosa!
    2011 foi um ano que só embromei de novo. Apesar de ter procurado ajuda em agosto( ainda estou indo na nutri) não consigo evoluir. Mas ela me disse uma coisa bem legal: apesar de não ver diferença no peso, eu estou procurando me alimentar de maneira saudável e isso já conta. Claro que eu queria ver 10 kg a menos na balança, mas sei que não tenho me comprometido o suficiente. Então não tem como aparecer um resultado satisfatório, não é verdade? A minha sorte é que os panetones estão muito caros e eu não tô com coragem de comprar. Um problema a menos, hehehe.
    Beijão!
    P.S. Eu já te visitava em 2006 e sempre me emociono ao ver essa foto! Apesar de estar mais pesada do que na ocasião, ainda sim és uma vencedora e um exemplo!

    • Beth disse:

      Oi Estela! Pois é, eu acho que evolução é algo que não se despreza, mesmo que não seja em todos os setores e da forma exata como gostaríamos. O que eu evoluí nos últimos 8 anos e meio!!! Mudança excepcional de hábitos, o que eu mudei, m elhorando, diversificando o meu cardápio, a cabeça também deu uma virada e tanto. Mas, não fiquei imune a uma série de coisas, nem mesmo a hábitos que, eu sei, só encostam se eu deixo.
      Mas, tudo a gente pode aprimorar, sempre. Se tem algo a ser reestudado, exercitado melhor, vamos lá, vamos fazer.
      Parabéns pelo que já promoveu. Os 10kg a menos na balança virão também, pouco a pouco.
      Eu não gosto de panetone, olha que beçeza! 🙂 Acho ruim, seco, sem graça! Bom né?
      Obrigada pela companhia já há tanto tempo.Eu também me comovo muito com essa foto, lembro direitinho do que senti naquele dia, naquele momento… E quero/vou sentir de novo. Beijos querida.

  6. Jana disse:

    Querida, lembro bem desta foto. Foi o (feliz) dia que te conheci. E naquela época achava a mesma coisa que acho hoje: vc vai conseguir tudo que quiser. A vida tem essas coisas mesmo: momentos melhores, outros nem tanto. O que importa de verdade é a disposição que temos de seguir a diante e isso sei que tem de sobra. E conte comigo, viu? Bjs

  7. Brian disse:

    Você definiu bem: pequenas traições que no fim, dá no mesmo.
    Quando me analiso, vejo isso também. Um dos motivos que estou empacado. Mas, temos que extrair aprendizado em tudo, cada um a seu tempo.
    Vamos em frente!

  8. Micha disse:

    tão bom ler seu relato, pq é sempre inspirador, sucesso puro!!!

    legal ter esse certificado de peso ideal, não sabia disso.

    /(,”)\\
    ./_\\. Beijossssssssss
    _| |_…………….

    • Beth disse:

      Sim, Micha. Quando a gente atinge o peso definido, recebe um certificado, é uma sensação bacana, é emocionante. E aí, começa a fase de manutenção, de X semanas (ihhh esqueci se são 8 ou 6…) e quando ela termina, é entregue o boletim azul, de vitalício.
      Beijos, obrigada ela companhia sempre especial.

  9. Mônica disse:

    Beth amiga e ex vizinha hehehe… sabe que me fez muito bem ler tudo isto aqui, COMO SEMPRE… estou naquele processo de deixar para amanhã e não aguento mais conviver com esta insatisfação que só eu posso mudar e não consigo (nao tenho forças) para mudar… e vejo os dígitos da balança só subindo… e isso me deixa cada vez com o humor mais láááá no chão … Cheia de problemas… enfim!!

    Mas continuo aqui… otimista e confiante de que as coisas vão dar certo para mim e que vou conseguir vencer esta batalha… Preciso de controle, PERSISTÊNCIA e fé em mim… ai acho que começo a conseguir mudar isto!!!

    ufa
    Bj
    “Mônica”

    • Beth disse:

      É verdade, minha ex-vizinha…rs Mas ainda é vizinha de cidade, então, qualquer hora dessas a gente combina algo. Sabe, a gente tem é que trocar o PRECISO FAZER por ESTOU FAZENDO. Fé em si mesma é essencial, comece por aí, viu? Já sabe, qualquer coisa, estou aqui. De mãozinhas dadas, vamos em frente. Beijoca.

  10. Andrea disse:

    Oi Beth.
    Nunca conseguir ler o blog todo, mas li muita coisa.
    E quando digo que vc é uma inspiração, é pq considero isso mesmo. Sua determinação, sua garra. 4 anos não é pra qualquer pessoa. Muitos desistiriam na metade do caminho.
    Os quilos adquiridos depois da conquista da meta foram apenas um descuido. Mas veja só: mesmo com esses descuidos, vc não voltou ao antigo peso e isso sim, acho valioso.
    Vc sabe onde estão os erros e tenta consertá-los. Acho importante isso. E me vejo assim. E sei que não é fácil…
    Comecei a minha jornada com 70 kilos e meio. Parece pouco, mas lembra que tenho só 1,52…
    Consegui chegar nos 57 kilos! 13 kilos que levaram uma eternidade pra sumir…
    Desde então, desses 13 já recuperei 7. Metade do esforço jogado fora…
    Mas também não desisto. Nunca.
    Tô naquela fase de comer o mínimo, evitar tudo que atrapalha e a balança não se mexe!
    Tem dias que dá desespero, outros não.
    Preciso me reeducar de verdade, não meia boca.
    É tão difícil né?
    Mas sei (acredito) que não é impossível.
    Calor chegando e esse peso extra tá acabando comigo!
    Parece tão pouco… mas só quem está gordo sabe como é…
    Espero conseguir.

    Bem Beth, vá as consultas sim e faça os exames solicitados. Use a bota sempre que der e siga as recomendações.
    Nunca havia sentido dores nos pés ou joelhos… agora sinto e imagino que seja causado pelo sobrepeso. É um caraio né? rsrs.
    Acho que eliminando mais peso, essas dores, tanto aqui como aí, irão desaparecer.

    Boa sorte, se cuida e beijos. e OBRIGADA PELA FORÇA DE SEMPRE.

    • Beth disse:

      Estou cuidando direitinho sim, Andrea! A bota enche o saco, mas me dá mobilidade, com mais segurança. Até viajar a trabalho com ela, eu fui.
      Sobre o peso, realmente, não voltei ao anterior e nem voltarei. Mas, não há dúvida, chateia ver que de bobeira em bobeira, aumentei uma quantidade de quilos que não precisava.
      Leite derramado não se chora, se limpa e presta atenção para não ter de novo né? rs
      Vamos à luta então, amiguinha. Já estou no caminho de volta, tranquilamente, já dei uma avançadinha boa em 13 dias e continuarei assim. Você também, tá? Beijos.

  11. Beth querida! Perdão de ter te preocupado com meu sumiço… não tinha como avisar! Nem lan house aqui perto eu tinha! Quem eu tinha telefone, ainda me comuniquei e tranquilizei! Querida, hoje eu já tinha chorado um bocado e lendo seu post, chorei mais um pouco! Eu sinto uma falta do VP… eu recebi meu certificado em 1997, com 67kg! Fui muito bem até 2000 e achei que podia relaxar um pouquinho e acabei relaxando total! Meu estômago reclama, essa semana as varizes estão pedindo socorro… Levantei com as pernas dormentes e chorei tanto e disse prá mim mesmo: hoje eu volta à minha dieta. E na hora do almoço já mergulhei no sorvete… me xinguei tanto… As reuniões do VP me fazem falta, elas incentivam, encorajam… Já fiz até campanha prá que volte a ter reuniões aqui, mas eles não voltam… Querida, não estou mais conseguindo postar no Sem Neuras e revitalizei um cantinho parado desde 2009 – Avaliando a Vida (http://avaliandovida.blogspot.com/) tô te esperando lá, tá? Bjks Tetê

  12. oi linda desculpa a demora em vir te visitar, to na correria de final de ano.

    bom nunca é facil mudar velhos habitos, eu depois de anos tentando ainda tenho muito que mudar,

    e tu mulher, se cuide heim, num fica se esforçando d+ , trabalhando d+. pois tudo que é d+ é ruim, faz mal.

    se cuida
    bjos
    e uma semana bem tranquilinha pra ti =**********

    • Beth disse:

      Não precisa se desculpar, eu também ando tão ausente dos blogs amigos, sei bem como é. Beijos, ótima semana, obrigada por tudo.

  13. Lu disse:

    Noooooossa Beth… Que saudadeeeeeeeeeeeeee de você e dos seus posts. Tenho certeza que você vai ficar logo boa do seu pé/tornozelo e atingir seu peso ideal, do jeitinho que se sinta bem consigo mesma. Afinal de contas você é uma guerreira e eu tenho muito orgulho de conhecer uma pessoa do bem e determinada como você.
    Força amiga, estou torcendo por você, viu? Me desculpe o sumiço, mas na verdade acho que andei sumida até de mim mesma. Estou tentando retornar com os posts no meu blog e a minha luta com a balança. Preciso me pesar e enfrentar a realidade, não me peso há muitos meses e da última vez já eram mais de 20kg de sobrepeso. Mas a luta continua, me sinto mais forte agora para recomeçar, após minha medica dar a noticia de que estou curada da depressão e de que não preciso mais de anti-depressivos, apenas terapia. Iupi!
    Mil beijinhos,

    • Beth disse:

      Dois mil beijinhos, Lu. Somos guerreiras, combinado? Temos tudo para encarar a realidade, mesmo que ela seja dura (no meu caso, foi…) e só assim, meter bronca para melhorar a história toda. Parabéns por estar curada da depressão, continue se cuidando com carinho, com amor, com dedicação. Iupiiii mesmo!

  14. Nanda disse:

    Oi! Passando pra comentar que enviei seu cartãolendário; tomara que chegue direitinho! Beijos.

  15. Cris disse:

    Adorei o quadrinho…hahahahaaa…é bem por aí mesmo. Eu preciso muito desse pontapé inicial, e sou a única culpada por não fazer.
    É isso aí, Beth, você pode! Você chega lá…sempre!

    Bjs, querida! Bom final de ano pra você! Pra mim, você é uma inspiração! Como é bom ler seu blog…

  16. Nina disse:

    Oi Beth!
    Saudade daqui…
    Sabe que isso da gente se propor a mudar, independente do que fugiu do controle, temos que valorizar o que ficou, o que se enraizou e o que nos manteve e não nos permitiu ‘descambar’.
    Mas com certeza os deslises ainda que poucos, mas por muito tempo, no fim das contas acrescem e conseguir detectar isso é muito importante.
    Lembro dessa foto do VP! Acompanhava teu outro blog… Daqui a pouco vai estar ainda melhor 😉
    beijos***

    • Beth disse:

      Ah Nina, não quero fazer propaganda enganosa não. Estou aqui fazendo força, porque não sou de me derrubar, mas o astral não está essa maravilha toda não, sabe? Mas, a gente faz ele subir, pode deixar. Beijo grande minha querida, obrigada por tudo e obrigada por continuar pertinho.

  17. patricia disse:

    Oi Beth, sou Patrícia, uma antiga seguidora do seu blog, mas que te abandonou por quase 2 anos. Poucas vezes deixei comentários, pedia socorro e vc sempre mandava um mail me dando apoio. Hoje venho te agradecer por tanto carinho, e te falar que emagreci 102 kilos, (antes 193,00k, hoje 91,00k ) Comecei meu tratamento no dia 3 de outubro de 2011, e hoje estou bem melhor, ainda falta emagrecer 10 kiilos, depois fazer as plásticas para tirar a pele.
    Hoje voltei ao seu blog, e ví que continua na luta, fique tranquila, vc é guerreira…
    Esse post foi muito importante pra mim viu, agora que estou quase na minha meta, terei sempre ele em mãos.
    Um beijo Carinhoso, vc é muito especial!!!

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