Feriadão, Páscoa… e aí? Como vai ser?

Bom, para mim, será tranquilo. Quem me conhece sabe que eu DE-TES-TO chocolate e não como de jeito nenhum. Portanto, não associo esta época a chocolates, pelo menos para mim.

Mas sei que sou exceção. A maioria adora e tem gente já agoniada por conta do assunto. Quem está em processo de emagrecimento, muitas vezes, fica em desespero, por medo de botar por água abaixo, em um único dia, o trabalho de vários dias.

Respeito os gostos, sei que comer algo que se adora é um prazer tremendo e, não adianta querer mudar as cores do quadro, a Páscoa acaba sendo associada, sim, a chocolate, por quase todo mundo.

Por mais que se conheça e reconheça o verdadeiro significado da Páscoa, no final das contas ao se botar para o ladinho a questão religiosa, lá vem à mente o coelhinho.

Por mais que se fala em reflexão, renascimento, paz, amor, oração…mesmo no finalzinho de tudo alguém pensará, falará, comerá chocolate. Não é o meu caso, mas é o de tanta gente, eu sei. E respeito.

A idéia não é que ninguém fique sem o seu bombom, ovinho ou algo assim. Mas apenas, que não abuse.  Chocolate existe o ano todo, gente!  Vendem chocolate de 1 de janeiro a 31 de dezembro em lojas de todo tipo. Supermercados, camelô, cinema, ônibus, até farmácia!

Então, não é nenhuma novidade, não é algo que você só vê nesta época e depois só daqui a 1 ano. Portanto, não precisa se acabar de comer.

Coelhogordinho

O prazer do chocolate pode ser imenso, mas pense no prazer também especial que é vestir aquela roupa que agora já cai melhor no corpo, comprar aquela peça já num número menor de repente já um ou mais manequins menores,   se olhar no espelho e dar aquele sorrisão… Isso não é um prazer danado?

roupa

O prazer do gosto do chocolate, deve ser ótimo para quem curte. Mas ele some pouco depois que você engole o chocolate. O prazer de não ter abusado e de colher os frutos da sua atenção, da sua dedicação, da sua disciplina SEM NEURAS fica.  Pense nisso.

E o feriadão? Pois é, a semana santa é também associada, demais, a questão de comilança. Uns porque viajam, outros porque têm tradição familiar de se encontrarem para ceias especiais, cada um de alguma forma pode se sentir ameaçado.

Não é o meu caso, pois não tenho essa tradição. Não como carne na 6a feira santa, mas não saio mergulhando na comida, não é nem questão de estar novamente trabalhando para emagrecer, eu realmente não tenho esse costume específico para a época.

Vou, sim, sair com o maridão para comer algo gostoso, pensando muito num Bacalhau de Natas de um restaurante que adoro, mas não há qualquer pensamento voltado ao exagero.

E na Páscoa, como eu não gosto de chocolate ganho sempre do meu marido algo que me enfeite, algo que eu curta e que não me engorde!  Roupa, calçado, bijuteria, por exemplo! ADORO.

comprinha

Me deixam mais arrumada, mais bonita e não me atrapalham neste processo que retomei há exatos 25 dias e com o qual estou comprometida, casadinha, cheia de amor! kkk

Tenho sido focada, continuo na linha.  Ontem depois de um evento no trabalho comi alguns salgadinhos do buffet que foi servido, sendo que comi 3 salgadinhos a mais do que havia planejado previamente. Tudo devidamente compensado na refeição da noite, que foi readequada, numa boa.

Em compensação, na última terça, no lançamento do livro de um amigo querido, serviram deliciosos salgadinhos também, eu comi 2 e bebi água, nada mais, e me senti ótima. Em casa, comi direitinho o que já estava programado.

Não estou paranóica, apenas disciplinada, não me privo, mas não saio chutando o  balde, eu tenho um caminho longo pela frente e quero percorrer com firmeza.

E vou seguindo. Hoje consegui usar para trabalhar uma blusa que há pouco tempo não consegui vestir, tinha ficado horrorosa, muito justa, como é vermelha eu parecia um salsichão com ela! kkkkk Hoje ela ficou bonitinha. Não está ó-ti-ma, como há de ficar, mas ficou legal, deu para usar sem fazer feio e sem incomodar.

Isso vale a pena, muito mesmo. É só o começo, estou no comecinho dessa nova fase, com muito a aprender, reaprender, desaprender, estudar, reestudar etc. E estou contente por isso.

A todos desejo uma maravilhosa Páscoa.

Coelhocenoura

 

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22º dia de comportamento bonitão!

E hoje completei 22 dias de retomada. Estou muito satisfeita com o que tenho conseguido fazer. Bem naturalmente, a alimentação está bacana.

escolha

Continuo bastante tranquila, sem qualquer sofrimento. Até porque quando fazemos a coisa do jeito certo, não há mesmo motivo para sofrer. Não há privação desnecessária, não há fome, não há crime e castigo. Há bom senso, há escolhas feitas de uma forma consciente, há vontade de acertar. E com vontade de acertar e atenção, a gente no mínimo erra menos.

 

Erro? O que é errar?  É comer um doce? Um salgado? Repetir um pedaço do empadão? O que é erro, afinal de contas?

 

Eu não gosto muito dessa parada de ‘erro ou acerto’, pelo menos como algo pré-definido e generalizado. Para cada um, em cada momento, cada contexto, algo pode ser um acerto ou um erro. Há quem chupe uma bala e pronto, já vem a vontade de se açoitar 100 vezes, porque ‘errou’.

 

Não é por aí. Tudo depende de uma série de fatores a serem avaliados. Como, quando, porque, com o que, se valeu a pena, se não valeu, se realmente foi um abuso ou não. E sempre temos o momento seguinte ao do ‘erro’, caso realmente ele seja constatado, para fazer melhor.

 

Depois de um erro não tem que vir outro erro, eles não precisam andar de mãos dadas,  não é regra que um passo indevido tenha que ser seguido de outro igual ou pior. Depois de um erro, pode e deve vir um acerto, pronto, porque é para a frente que se anda. E depois do acerto, também devemos focar mais acerto.

 

E se houver o erro? Já falei, ué, ajusta o passo e segue. Para alguns, esse processo é difícil pra caramba.

CONSIGO

Eu antigamente achava que não havia dificuldade nenhuma, desde que a pessoa se determinasse, exercesse o seu QUERER PODEROSO. Mas anos depois, quando me vi tão diferente de antes, com uma dificuldade absurda de me reencaixar, aprendi que não existe isso.

Tudo é relativo, tudo depende de muitas coisas. Tudo era simples assim quando eu não estava num contexto tão complexo.

 

E quem sou eu para saber a complexidade do contexto do outro, a ponto de poder avaliar com segurança, dando uma de dona da razão, se a pessoa está ou não realmente com dificuldades? A gente aprende muito assim, vivendo a coisa toda. Dificuldades existem, cada um tem a(s) sua(s) e até uma coisa que ontem era simples hoje, por algum motivo, nos parece tão complicada e aquela que outro dia parecia impossível, hoje tiramos de letra, não é?

 

Assim é com tudo, por que seria diferente neste processo, que envolve tanta paciência, perseverança, disciplina, atenção, serenidade, sabedoria e mais isso e aquilo? Porém, felizmente, até aqui, nestes 22 dias, estou achando tudo bem simples, ainda. O que é ótimo, porque me mantém na linha.

 

Eu quero muito, mesmo, virar esse jogo de novo. Sei que sou capaz, pois já consegui antes. E mesmo sabendo que hoje em dia há fatores que tornam essa empreitada mais complicada e que não existiam ainda, desse jeito, na outra fase de tanto sucesso, não vou amarelar.

 

Só de me ver assim, novamente em movimento e no sentido do que quero para mim, já me sinto bastante vitoriosa. Um dia de cada vez, uma vitória de cada vez, algo novo aprendendo a cada momento. Reaprendendo, desaprendendo, faz parte.

 

Por enquanto, não penso AINDA muito fortemente em resultados mais notórios, como o peso, as medidas etc. Nem tenho notado, nos últimos dias, aquelas sutis diferenças que havia percebido antes.

garfao

Mas eu sigo. Não dependerei de nada disso para ir em frente. Isso apenas me ajudará a avaliar ações, caminhos. Neste momento, continuo exercitando o comando. Está sendo muito bom.

Quero e vou fazer esta nova semana ser mais uma de vitória, controle, disciplina, numa boa.

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18º dia – E vamos em frente!

Quinta-feira, a semana voando! Hoje o dia começou meio nublado, depois o tempo abriu, há um solzinho tímido, mas bastante calor. Não vejo a hora de chegar o fim de semana, já estou cansadinha e precisando de uma boa praia.

O lance do banco ainda está em andamento, tenho fé que até amanhã já terei uma boa notícia. Estou tentando não ficar estressada demais,  está tudo encaminhado e, se Deus quiser, tudo se resolverá bem.

Com relação à alimentação, eu continuo firme e forte, disciplinada como me propus a ser. Comendo em intervalos regulares, sem excesso e com qualidade. Variando bastante as frutas, verduras e legumes, para garantir uma nutrição bacana e diversificada, para não enjoar.

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Tem gente que fica na base da alface com tomate, porque não gosta do resto. Eu também não gostava de praticamente nada, não comia mais de 90% das verduras e legumes e até as raras que eu podia dizer que gostava, não consumia, por falta de hábito e vontade.

Mas, quando entrei nesta estrada da R.A. em 2003, me propus a mudar esses hábitos, pois não queria simplesmente emagrecer, queria que fosse com saúde, disposição, queria que fosse algo mais efetivo.

DIETADIETA

Hoje, como praticamente de tudo, pois identifiquei (e continuo identificando, sempre) as formas como este ou aquele alimento agradam ao meu paladar.

E com isso, meu cardápio é bem variado, só repito itens se quiser e não por não gostar disso ou daquilo. Ainda bem.

Sendo assim, qualquer tipo de restaurante, barzinho, lanchonete etc. está de acordo com o meu processo. Eu é que tenho que fazer as escolhas mais adequadas. Não preciso fugir de nenhum tipo de lugar, afinal, ningúem me enfia goela abaixo uma comida que eu não queira.

Tem sido assim, e está muito bom. Não sei de progressos com peso, estou simplesmente fazendo as coisas do melhor jeito possível e tem sido muito legal.

Hoje vesti uma calça comprida que é nova, terceira vez que a uso, e ela já está mais compridinha. E como eu não encurtei, continuo com a mesma altura, já sei que isso é porque ela está mais folgadinha, aliás, com um caimento bem melhor em mim.

Coisas simples, mas que indicam progressos, ajudam a ficar ainda mais focada.

Vou em frente, hoje completarei 18 dias de retomada e até aqui, estou de parabéns. Metida né? Mas, se eu não for a primeira a valorizar meu feito, quem será? kkk

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15º dia – Segundona DAQUELAS!

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E mais um dia vai chegando ao fim. Uma segunda-feira ‘daquelas’. Com direito a muita chateação, correria, um vai-e-vem danado para resolver uma situação muito aborrecedora: fui  vítima de clonagem do meu cartão de débito e alguém fez várias compras com esse clone, durante o fim de semana, debitando automaticamente na minha conta bancária.

Eu quietinha em casa, descansando, na boa, e alguém gastando o MEU dinheiro por aí, não é muita sacanagem?

Então, nem preciso dizer como o dia de hoje foi complexo. Banco, Delegacia Policial, um tempão para fazer tudo que precisava ser feito, desgastes diversos. Mas, o dia passou, tudo que eu podia e precisava fazer ainda hoje sobre este assunto eu fiz, e o que ficou por fazer no trabalho e em outros segmentos da vida, vou ajeitando ao longo da semana.

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Se alguém acha que, com isso, eu derrapei na minha alimentação, com imensa satisfação informo que não saí nem um milímetro da linha. Separei bem uma coisa da outra, não permiti que a cabeça a mil, as emoções afloradas e até mesmo a correria me levassem a fazer bobagens, sair comendo errado ou algo assim.

Dentre tantos desafios que enfrentei nestes 15 dias de retomada, foi o primeiro  bem negativo, bem chatinho. Antes, eram festas, almoços comemorativos etc. e me saí super bem. Hoje, foi desgaste, aborrecimento, corre-corre por conta do crime do qual fui vítima e ainda assim, não enfiei os pés pelas mãos, não usei nada como desculpa para dar uma escapulida.

Todas as refeições foram feitas direitinho, embora algumas em horários diferentes dos normais para um dia de semana, mas os intervalos entre uma e outra refeição foram regulares e termino esta segunda-feira chatinha com essa satisfação.

Meu maridinho me recompensou com uma maravilhosa sopa cremosa de cenoura com cottage, manjericão italiano e hortelã, para a refeição noturna.

Isso me gratificou bastante. E agora, é seguir, para continuar a semana bem disciplinada, bem bonitinha. Vou conseguir.

 

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Domingo – 14º dia

É um domingo que começou com sol tímido, mas agora nublou bem e,  pelo jeito, logo mais vamos ter chuva.

Tirei o domingo para NADA. Adoro não fazer nada, mas ficar em casa não é muito o meu estilo, mas às vezes a gente precisa e, ultimamente, tenho procurado alternar com mais equilíbrio o lazer e o descanso. Acordei bem tarde, fiquei de moleza até agora e, pelo visto, assim vai ser o dia todo.

relax

Ainda não sei o que almoçarei, é certo que não farei comida em casa, provavelmente pedirei em algum lugar, já que não estamos (eu e o Vi) com vontade de sair. Mas, pode ser que a gente mude de idéia, mais tarde. Hoje não temos hora para nada.

Continuo com  um comportamento bonito, compatível com o que quero: restabelecer, de forma natural e consciente, a disciplina, o comando que tem que ser meu. E está sendo.

baloesOntem tive 2 festas, fui a ambas e, ainda assim, não saí da linha. Durante o dia, me alimentei direitinho, mas já deixando uma  brecha para algo diferente que consumiria, embora com limites. E programei, previamente, o que eu talvez fosse comer nas festas.

Defini que não passaria de 5 salgadinhos de festa (dos pequenos, vale ressaltar). E não seriam 5 de cada, como sempre brinco com o assunto, seriam 5 no total. Também pretendia comer OU uma única fatia de bolo (fina) OU 2 docinhos, no máximo.

Estou sem tomar refrigerantes há 14 dias (contando com hoje) e não tenho sentido falta nenhuma. Assim, já também planejei que não tomaria nas festas. A menos que não houvesse qualquer outra opção (suco, água, chá), pois também não iria morrer de sede.

E deu tudo certo. A primeira festinha, infantil, na casa de um casal muito querido, para celebrar o aniversário de 6 aninhos do filhinho deles. Uma festinha íntima, para poucas pessoas, mas preparada com muito carinho e capricho. Tudo lindo, todos felizes, foi ótimo termos ido.

Lá, conforme eu havia definido, comi um único salgado, um mini-kibe. Bebi água e 1 copo de suco de uva integral, sem açúcar, delicioso.  Não comi o bolo, nem docinhos, pois sabia que ainda iria para outra festa e, realmente, não estava com vontade. E comer sem vontade e sem necessidade é algo que está bem destacado nessa minha retomada, é um compromisso que tenho comigo e, felizmente, estou fazendo com bastante naturalidade.

Na outra festa, de adulto, aniversário de um amigo mega querido também, estava tudo impecável, novamente. O tema era Bar e estava tudo muito bacana, desde a ornamentação até o serviço, bebidas, comidas etc.

Havia, além dos salgados que passavam quentinhos pelas mãos dos garçons, cardápio na mesa com alguns itens a serem pedidos individualmente: caldos, churrasquinho, calabresa, fritas, carne seca com aipim…

Eu gosto de absolutamente todos os salgados que passaram.  Mas em vez de focar na comida, me concentrei no melhor de tudo: bater papo, rir, conviver com amigos bem queridos que lá estavam. Matando a saudade dos que não via há muito tempo, celebrando o aniversário com alegria, e bebendo água, muita água, nenhuma outra bebida.

Não que o cheirinho e a aparência dos salgadinhos me passassem despercebidos, não vou exagerar, nem mentir. Mas não era aquela coisa do ‘Ah, eu queria, mas não posso’, ou ‘Ah, não resisto, vou cair de boca e amanhã recomeço’. Eu não quero recomeçar, eu já recomecei e pronto, agora é seguir, isso está bem fincado na minha mente. É a minha vontade. E se eu não for a primeira a fazer a minha própria vontade, quem será?

Pedi churrasquinho, que vem no prato com pãozinho, mas só comi a carne. Em quantidade suficiente como se fosse um bife médio. Tomei uma tigelinha de caldo de alho-poró, suave, gostosinho que só ele. E de salgadinhos, aceitei 2 bolinhas de queijo, uma delas era com alho, e um vol au  vent. E me senti ótima.

O bolo era maravilhoso, lindo mesmo, devia estar ótimo, mas eu não aceitei, pois antes de ele ser servido, o meu marido me trouxe um copinho de mousse de maracujá (pequeno), e como eu já tinha planos de comer OU o bolo OU 2 docinhos, essa mousse já era um docinho. Então, em vez do bolo, comi um olho-de-sogra, muito bom por sinal.

Ou seja, não fui uma pobre-coitada que nem pode comer na festa, aproveitei o melhor dela, mas não exagerei em nada, não saí de lá com a barriga estufada de tanto comer salgado e doce, nem de ter me entupido de refrigerantes, como vinha sendo.

Não me arrependo de nada do que deixei de provar, pois pretendo, se Deus quiser, ir a muitas festas na vida, por muitos e muitos anos, e o que não peguei ontem pode ser a  minha opção de um outro dia.

As minhas opções estão compatíveis com o respeito e carinho que estou novamente dando a mim, no que se refere a alimentação e ao trato com o meu corpo.

fomeafeto

O marido, pelo contrário, comeu tanto, bebeu etc. e hoje está enjoado,  com cara de maracujá de gaveta, boca amarga, um mau humor do cão! Não estou nem dando bola para ele, para não me impregnar! kkkkk

Estou bem satisfeita comigo mesma. Em termos de corpo e peso, sei que tudo vai demorar, é um dia de cada vez.  Hoje, 14 dias se completarão. Os primeiros 14 dias de uma trajetória que vai, sim, novamente, me levar onde quero, posso, mereço e onde desta vez vou me manter.

Que a próxima semana seja toda de luz e paz, alegria e saúde, força de vontade, perseverança, fé e determinação para mim e todos que estão comigo na estrada.

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12º dia de comportamento lindão

Estou bem feliz. Levando meu processo adiante com bastante tranqüilidade, tudo correndo bem. Não tem sido difícil, sacrificante, nada. Vou fazendo, hora por hora, dia por dia.

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Os desafios não param. Mas, se pensarmos bem, todos os dias nos desafiam, tudo depende de como nós encaramos.

 

Não é preciso ser festa, aniversário, feriado etc. Em todo canto, a qualquer momento, sempre algo pode nos instigar. Andando pela rua, aquele cheirinho bom de pão de queijo saindo quentinho numa determinada lanchonete, ou aquela vitrine cheia de docinhos maravilhosos que parecem piscar os olhos para nós quando passamos, ou alguém que dá idéia de algo que não planejamos…

 

Se tudo para nós for considerado um super perigo, se tudo for encarado como um monstro mais poderoso que nós, aí não terá jeito, sempre vamos nos deixar levar pelos apelos de alguém ou de alguma comida.

 

Não somos proibidos de nada, normalmente, mas sabemos que nem tudo nos convém o tempo todo.

 

O duro é praticar. Houve época em que eu achava facílimo praticar, depois passei por uma temporada em que facílimo era burlar tudo.

Agora não. Estou novamente tão naturalmente engajada que não vejo nada como um super perigo.
Ok, são apenas 12 dias, estou na fase da lua de mel, onde tudo é lindo, maravilhoso, fácil etc. Não sou recém-nascida nesse processo, portanto, não há ilusões.

Apenas, estou aproveitando ao máximo esta fase em que tudo é cor de rosa, azul de bolinhas douradas, estrelado etc.    Dou o máximo que posso e, neste momento, o máximo tem sido mesmo excelente, ótimo para mim. Se agora está fácil, aproveito, ué!

Mas como não celebrar? São 12 dias com excelente conduta, sem absolutamente um deslize. Claro que um dia haverá, mas por enquanto, o que eu faço é ‘deixar para amanhã’.

 Antes, eu deixava para amanhã o ‘fazer o melhor’.

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Agora, eu deixo para amanhã o ‘falhar’. E vou empurrando para a frente. Até que um dia algo me impeça de ser tão ótima assim ou eu mesma não seja tão firme.

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Hoje houve café da manhã especial no trabalho, para comemorar os aniversários de 4 colegas (aqueles dos almoços e festas que mencionei nos outros posts). Cada um da gerência levou alguma coisa, no final tinha muita coisa boa. É sempre assim!

Pães, queijo, sucos diversos, mate, torta salgada, bolos. Eu mesma levei 2 tortas de aniversários, da Lecadô, quem conhece sabe que são maravilhosas. Levei uma de coco e uma de chocolate.

Mas, antes de sair de casa, tomei meu café da manhã, só que incompleto. Deixei o complemento para consumir no trabalho, com os colegas. Então, enquanto o povo se fartava com as delícias, eu comi queijo minas e tomei mate zero, e pronto, valeu como complemento de café da manhã e também como lanche da manhã.

 
Não sei o gosto que tinha nada mais, porque eu com muita tranqüilidade não quis. Não comi nem um farelinho das tortas. Podia, mas não quis! E não fiquei pensando ‘Ohhh como eu queria aquilo’ ou ‘Ohhhh isso deve estar ótimo e não estou comendo’. Nem liguei. Até perguntava: ‘fulano, o bolo está mesmo bom?’ Mas numa boa, pela satisfação de saber que eu levei algo que agradou. Essa sensação de ‘não estou nem aí’ é ótima.


Como já disse, ela não é para sempre, eu sei que tem dias que o bicho pega. Enquanto ele não chega, eu vou dando o máximo e me capacitando a, no dia que for mais difícil, segurar melhor as pontas.

 
Hoje é sexta-feira e não me preocupo com o fim de semana chegando. Porque não faço dele um bicho-papão. Quando estou na sem-vergonhice total, pouco me importa que dia da semana é, então quando estou engajada e na linha, tem que ser assim também. Seja que dia for, quero e farei o máximo para ser fiel ao meu projeto, ao que quero alcançar de novo.


Tenho festinhas para ir, novamente, que coisa boa. Mas estou totalmente comprometida comigo mesma e sei que vai dar tudo certinho. Depois eu conto aqui, seja como for.

 

 Recebi anteontem muitos parabéns da minha médica. Ela me disse que, em todos os sentidos, estou respondendo 100% ao tratamento, em cada etapa dele. Não é para ficar feliz? Estou.

 
E mais: eu vivo dizendo que estou na menopausa, se instalando. O nome disso é climatério. Não estou na menopausa, estou no climatério, pois ainda menstruo eventualmente. Só quando completar 1 ano sem menstruar terei entrado efetivamente na menopausa. Então isso que me descompensou tanto ultimamente muda de nome ok? Kkkk

 Então é isso. Que todos tenhamos um maravilhoso fim de semana.

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10º dia – Primeiros indicadores de sucesso

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Para muita gente, entrar num processo de emagrecimento se compara a uma terrível tortura. Ter disciplina, atenção, persistência, paciência, regras etc. nem sempre são acatados com naturalidade e até alegria.

Já eu, quando em 2003 resolvi entrar de cabeça no meu processo, passei a adorar, de verdade, ter isso tudo e mais um monte para tratar. Estava determinada a mudar a história, me presentear com os benefícios da eliminação de muito peso e levei com bastante alegria.

Claro que tive altos e baixos, mas sempre fui muito perseverante, até quando entrei em platôs desesperadores, jamais pensei em chutar o balde. Me irritava, claro, com o que não saía exatamente como eu queria, mas abandonar meu processo, não. Seria o mesmo que abandonar a mim mesma e eu gosto de mim. Não me deixo, não adianta, não por vontade.

Mas, todo mundo já careca de saber, aos pouquinhos fui negligenciando uma e outra coisa, tendo QUASE atenção, QUASE disciplina e daí para não ter quase nada foi questão de tempo. E me enganando, sempre achando que estava QUASE no eixo.

E assim, em 2013 eu não me vi QUASE imensa, eu me vi realmente imensa, pesadaça e descontente com a minha estampa e com os riscos que essa engorda me traz para a saúde, claro!

Quando resolvi, ano passado, dar uma virada, tive outros problemas, que também já contei, e tudo ficou muito mais difícil. Emagreci 7 quilos e em seguida engordei sabe Deus quantos. Mas pelo que já andei ‘sondando’ engordei o dobro do que havia emagrecido.

Roupas ficaram apertadas, calças que aguentaram enquanto puderam, mas depois se recusaram a fechar, o espelho que de repente não mentia mais, fosse qual fosse o ângulo escolhido para me ver, as fotos…

Também como evidência especial, veio a mobilidade que, sem dúvida, ficou mais comprometida, e agora não tanto pelo pezinho dodói_quase_bom e, sim, porque estou realmente estou mais pesada e o corpo reclama.

Por fim, me senti preparada para retomar e estou aqui, fazendo a minha parte. E nem um pouco chateada. Já assimilei o que houve, não adianta chorar leite derramado, engordei, pronto, a hora é de emagrecer.

E agora, algumas coisas são mais fáceis. Meu paladar está muito aprimorado, o meu cardápio foi muito ampliado, eu como praticamente de tudo, pelo menos tudo que realmente preciso para uma nutrição bacana.

Mas, por outro lado, tenho mais idade, a menopausa ainda se instalando e dando trabalho (ela é renitente, a danada), ainda estou me tratando para algumas consequências dela etc. E isso pode fazer com que a resposta do meu corpo seja mais lenta também.

Não tenho pressa, a ponto de trocar os pés pelas mãos. Mas sei que se não fizer cada dia o melhor que eu puder, aí é que vai ficar mesmo muito mais demorado. Agir, hoje e agora, é a definição e estou nessa.

Já dá um bem estar tremendo saber que estou novamente na estrada.  Melhor ainda me sinto ao perceber, dia após dia, o quanto estou serena, absolutamente natural, sem forçar qualquer barra, sem me sentir sacrificada. Simplesmente, fazendo.

Agora, mais maravilhoso ainda é, depois de 8 dias completos de comportamento lindinho, começar a perceber, embora ainda bem sutilmente, os primeiros sinais de eficácia. Não tem preço e é altamente motivador.

Anteontem mesmo, vesti uma calça comprida que comprei recentemente (foi a segunda vez que a usei) e a notei discretamente mais larguinha no quadril e no começo das coxas. E a blusa que vesti também estava com melhor caimento, mais compridinha, inclusive. E como eu não encurtei, isso tem uma explicação: menos protuberância por baixo da blusa. Pouquinho, mas já acontecendo.

Ontem vesti para trabalhar um vestido que adoro, vermelho estampado, bem  verãozinho. Há 2 semanas eu o usei, também e ele estava muito mais justinho do que ficou agora. O caimento é outro. Da última vez que o tinha usado lembro que olhava no espelho do elevador e me incomodava um pouco a forma como marcava o abdomen etc., já que está tudo muito elevado, muito mesmo.

Já ontem, já me olhei mil vezes e já não fiquei tão incomodada, porque ele já não apertou, não realçou tanto as banhas.

E hoje, vesti para trabalhar um macacão que há cerca de 1 mês, não mais que isso, tentei usar e ele ficou tão justo que eu parecia estar ensacada, uma coisa horrível que me deixou naquele dia muito desgostosa. Hoje ele está bom. Não está ótimo, mas está bom. Pude usar para trabalhar, com o aval (e elogio) do marido e, claro, a minha própria avaliação diante do espelho, com aprovação.  Pode e vai ficar ainda melhor, mas já posso usar, isso é importante.

Alguém dirá: ah, mas uma semaninha e três dias, não dá para tanto! Ué, não dá para TANNNNNTO,  mas dá para ALGUMA COISA, está dando! E isso é melhor que nada. Isso é progresso. Não importa se até o momento só eu noto alguma diferença, até porque ela é, realmente, bem discreta.

No tamanho em que estou, para que as coisas sejam muito aparentes vai levar tempo, requerer muita perseverança e paciência, muita disciplina e foco, muita tranquilidade.

Estou disposta, totalmente, a enfrentar isso com carinho. Me sinto, a cada dia, novamente preparada, mais e mais, para essa empreitada. No que depender unicamente da minha vontade, vou em frente com todo gás POSSÍVEL.

Estou só no começo e ainda virá mais novidade, pois em breve estarei com um suporte especializado e, também, fazendo atividade física. Mas o que estou conseguindo promover agora já me alegra e, felizmente, alegra ao meu organismo, que já dá outros sinais de aprovação.

Então, é isso!

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